Comunicação Não Violenta

Texto por Laísa Weber Prust

A palavra violência nos remete à agressão física ou verbal, mas para Marshal Rosemberg, psicólogo criador do estilo de comunicação não violenta, mesmo que falemos sem nos exaltar e sem usar palavras claramente insultuosas, nossa comunicação pode ser violenta na medida em que através dela induzimos mágoa e dor, seja aos outros, seja à nós mesmos.

A Comunicação Não Violenta (CNV) é uma abordagem que aumenta a nossa habilidade de se comunicar, de forma a diminuir a resistência de quem escuta, o que por sua vez, aumenta a nossa chance de alcançar o objetivo que pretendemos ao nos comunicar. Ela propõe que reformulemos nossa maneira de nos expressar e ouvir os outros através da consciência do que estamos percebendo, sentindo e necessitando.

A partir das técnicas de comunicação baseadas na abordagem de Marshal Rosemberg, psicólogo criador do estilo de comunicação não violenta, é possível entender como a nossa linguagem contém violência e atrapalha a nossa conexão, em consequência, cria obstáculos para o alcance de nossos objetivos. É preciso aprender uma nova maneira de expressão através da CNV, desenvolvendo a comunicação como um meio de obter maior conexão e entendimento entre professor e aluno.

 

Laísa é psicóloga pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas e Treinamento e Desenvolvimento de RH, pela FAE, e mestre em Psicologia, pela UFPR, também tem formação em coaching e avaliação de perfil comportamental. Com mais de 20 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais, atua como professora da A Grande Escola e da Faculdade Inspirar. É autora do blog Cresça e Apareça, da Gazeta do Povo.